Dois funcionários e o gerente de uma empresa saem para almoçar e na rua encontram uma antiga lâmpada a óleo. Eles esfregam a lâmpada e de dentro dela sai um gênio. O gênio diz: "Eu só posso conceder três desejos, então, concederei um a cada um de vocês".
"Eu primeiro, eu primeiro", grita um dos funcionários. "Eu quero estar nas Bahamas dirigindo um barco, sem ter nenhuma preocupação na vida!" Puf! E ele se foi.
O outro funcionário se apressa a fazer o seu pedido: "Eu quero estar no Havaí, com o amor da minha vida e um provimento interminável de piñas coladas!" Puf. E ele se foi.
"Agora você", diz o gênio para o gerente. "Eu quero aqueles dois de volta ao escritório logo depois do almoço", diz o gerente.
Moral: - Deixe sempre o seu chefe falar primeiro.
A capacidade de liderança de um 'chefe' é proporcional a sua competência de gestão de pessoas e inversamente proporcional à sua preocupação em parecer um 'chefe'.
Chefe é aquela pessoa que geralmente nos é imposta numa organização. Líder é aquela pessoa que tentamos encontrar numa organização e que nos inspira a seguir seu exemplo.
Daí seus subalternos precisam aprender a lidar com eles para sobreviver no deserto de competência onde pelo menos encontram o oásis do emprego - quase miragem nos dias de hoje.
Existe o chefe analítico, aquele ou aquela que nunca largou a calculadora e o manual técnico. Este tipo sempre vai pedir mais um dado, cálculo ou gráfico para poder tomar uma decisão simples como comprar clips ou post-it para o mês.Para estes quanto mais números, com mais casas decimais melhor.
Outro conhecido é o chefe Narciso, que parece estar sempre sob um canhão de luz. Dificilmente você conseguirá apresentar uma idéia, sem antes ter que assistir uma performance exclusiva de suas façanhas. Para estes, o melhor é esperar o show terminar, pedir bis e finalmente fazer sua "ponta" na super produção.
O chefe bonzinho é aquele compreensivo, que dificilmente nos diz não, mas também não diz sim e fica sempre em cima do muro para não nos magoar. Com estes, o melhor é não se contentar com a ausência de feedback e não estancar sua carreira na zona de conforto de suas falsas benevolências.
Finalmente, existe o chefe máquina, aquele que está sempre acelerado e cobrando resultados. Ele vai direto ao assunto e não tem tempo para "abobrinhas". Pode parecer ruim trabalhar com este tipo, mas pelo menos ele deixa claro o que espera de seus subalternos. Com ele, o melhor é procurar sempre começar do fim para chegar no começo, isto é, apresentar uma conclusão e depois fornecer subsídios quando ele pedir.
Mas talvez o mais importante de tudo isso seja o fato de que, no fundo, todos temos o poder de decidir que tipo de 'chefe' vai nos convencer.